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Cowedding: como funciona um casamento coletivo?

Um dos dias mais especiais entre os casais é o dia do casamento. Mas para quem tá naquele tempo das “vacas magras”, isto é, com o orçamento bem apertado e não tem em vista a data do grande dia, uma solução pode ser aderir ao cowedding.

Apesar do nome um pouco complicado, inspirado em uma expressão gringa, este nada mais é que o casamento coletivo que já conhecemos aqui no Brasil, mas que muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre como ele funciona. Confira, a seguir, o que é o cowedding, como ele funciona e como ele pode te ajudar a realizar o sonho de subir ao altar, mesmo com pouco money. Vamos lá?

O que é o cowedding?

O cowedding, também chamado de casamento coletivo, é a ocasião onde os casais interessados encontram outros casais – a quantidade desses casais não é uma regra – para conseguirem compartilhar tanto o espaço para a realização da cerimônia de casamento quanto os custos que essa cerimônia irá implicar.

A ideia é bastante interessante e veio para ficar. Apesar de alguns pensarem que ela surgiu mais recentemente, essa prática é bem comum em alguns lugares há um bom tempo.

O casamento coletivo, em geral, deve ser muito bem pensado e muito bem acordado entre os noivos adeptos. Isso porque haverá divergências entre gostos, interesses, ideias, etc. entre os casais e que, se não forem bem conversados longo de início, podem gerar conflitos.

Para quem tem alguma dificuldade em compartilhar algo, será bem mais difícil aderir a um casamento coletivo, considerando que o dia da cerimônia é uma data muito especial e muitos querem guardá-la como única na memória.

Já para os mais desapegados com esses conceitos, o cowedding pode ser uma oportunidade bem relevante de conseguir a união de papel “passado” e as bênçãos desejadas, com o bônus de um gasto menor, o que torna a opção bem mais atraente para muitos.

Como alguns casais têm a opção de escolher o grupo para o casamento coletivo, muitos deles preferem combinar com seus casais de amigos mais próximos, familiares ou até aqueles casais mais distantes, mas que possuem uma parte dos convidados em comum, fato que otimiza ainda mais a lista de convidados e o custo final, deixando os seus bolsos mais felizes.

Além disso, ter pessoas especiais ao seu lado nesse dia tão importante da vida de um casal traz uma sensação muito boa e faz com que a data seja uma recordação bem mais alegre.

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Programas de incentivo

Existem por aí programas de incentivo para casamentos coletivos realizados de forma privada e pública. Essa última opção é bem vantajosa economicamente.

Quando a realização dos casamentos coletivos é feito de forma pública, há alguns detalhes em que os casais devem se atentar antes de decidirem participar, pois não é porque o casamento é coletivo e feito de modo social e, muitas vezes, de graça, que os casais vão deslizar no planejamento.

É importante que os documentos necessários para a realização do casamento estejam em ordem e que os prazos previstos em cada região sejam cumpridos para garantir a vaga nesse tipo de ação.

As prefeituras costumam abrir inscrições para os casais interessados em participar das ações de casamento coletivo com alguns meses de folga até o prazo final e os mesmos devem estar cientes dos termos que essa participação implica.

Algumas prefeituras podem cobrar um preço bem simplório para a cerimônia, o que não se compara com o gasto necessário se estivéssemos falando de um casamento individual. Além disso, pode haver uma limitação de convidados para o casamento, considerando o grande número de casais inscritos, na maioria das vezes.

Nesse momento, uma pesquisa na internet é de grande valia para entender melhor o que se aplica em cada região. Outro ponto a ser levantado pelos casais que decidirem aderir ao cowedding é que, mesmo a cerimônia podendo ser de graça, no caso de as prefeituras realizarem, outros gastos não estão incluídos, como a recepção e outros detalhes do casamento, como decoração, buffet, entre outros.

Por isso, se você considera a festa um momento essencial para o dia do seu casamento, é importante fazer um bom planejamento antes e considerar a economia apenas na realização da cerimônia.

Há, também, as iniciativas de forma privada para os casamentos coletivos, que não são realizadas pelas prefeituras e contam com alguns aspectos diferentes na sua participação, como, por exemplo, a possibilidade de um fotógrafo no casamento, um espaço de recepção mais em conta, maquiadores e decoradores, buffets, etc., com preços amenos ou de forma mais facilitada pelos organizadores.

Essa forma de casamento coletivo é ideal para quem quer fazer uma boa economia, mas não abre mão dos detalhes que tornam esse dia ainda mais especial.

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Como planejar um cowedding (casamento coletivo)?

O dia do casamento já se inicia quando começamos a pensar nele, a planejar e botar em prática as coisas que são necessárias para que ele se realize. Assim, para um casamento coletivo, ele se inicia a partir do momento em que o casal opta por esse caminho e deve começar a agir de acordo.

O primeiro passo é conversar entre si como pode ser realizado esse casamento: se é de forma particular ou se é melhor entrar na seleção realizada pelas prefeituras. Decidido isso, o próximo passo é definir as prioridades dessa data para os dois, que devem estar, no final, em comum acordo, para evitar qualquer discussão futura.

Nesse momento, devem ser levantadas todas as questões que envolvem uma cerimônia, como o local que era desejado por cada um dos noivos, a lista de convidados e a quantidade possível, a data que seria mais interessante, entre tantos outros aspectos.

Esses detalhes são mais relevantes quando o casal opta por um casamento coletivo de forma privada, já que as chances de esses desejos se realizarem no cowedding público são mínimas. Além disso, o casal deve estar atento à abertura das inscrições das prefeituras ou às organizações privadas que realizam esse tipo de cerimônia.

Se essa última for a forma escolhida, é importante pensar nos casais que irão compor o grupo a se casar no dia e, então, marcar uma reunião com eles para uma bate-papo sobre o casamento, desejos e prioridades de cada um, assim como com o organizador do casamento também.

Como já foi dito, os documentos necessários para a realização da cerimônia devem ser a prioridade máxima do casal, lá no primeiro passo, já que, sem eles, todo o planejamento pode ser em vão. Um casamento coletivo pode ser uma opção viável e bem divertida para quem decide experimentá-la e cumpre com o seu objetivo, de ter uma união formalizada com a pessoa amada.

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