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Blazer feminino: modelos e dicas para usar

Esta peça é indispensável no armário de qualquer mulher. Combina com vestidos, calças femininas ou fazendo um conjunto com uma saia. É conhecido com uma traje esporte fino, que pode ser usado em vários eventos.

Pode ser usado em ocasiões formais, como em cerimônias religiosas, jantares casuais e como trajes para usar no trabalho. O blazer feminino é sinônimo de estilo e formalidade.

Trata-se de uma peça essencial tanto para fazer um estilo formal e chique, como mais esporte com uma calça social e um belo salto.

O blazer sempre foi visto como um visual executivo, que décadas atrás, quando recém-lançado, quem usava era considerada uma mulher independente e de personalidade decidida. Foi o símbolo de igualdade entre homens e mulheres nesta época.

Dizem que o blazer surgiu na era da Monarquia, no Reino Unido, no ano de 1837, quando o então almirante, sabendo que a rainha Vitória lhe faria uma visita, mandou fazer paletós em azul marinho de sarja, com botões de latão.

A revolucionária Gabrielle Chanel criou, nos anos 30, o maravilhoso blazer feminino. Uma história não confirmada diz que Gabrielle se inspirou quando vestia as roupas do seu amante e se sentia mais confortável que com suas roupas femininas.

Mais tarde, foi uma inspiração adotada pelos artistas da moda contemporânea Saint Laurent, em 1970, e Armani, em 1980. E, nesta época de 80, era moda usar o blazer com mangas arregaçadas.

Esta peça sempre é reinventada, mas, no básico, segue ajustada com ombros marcados e em dois comprimentos: curto beirando o quadril ou longo bem do bumbum.

Ao ser aberto, o blazer feminino alonga o corpo e os modelos com comprimento maior encurtam a silhueta. Mesmo em uma combinação despojada, o blazer consegue deixar um visual arrumado com sofisticação.

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O tailleur

O tailleur é o conjunto feito de um blazer, ou melhor, casado com uma saia ou calça. O primeiro modelo de tailleur surgiu no ano de 1880 e foi feito pelo então costureiro John Redfern. Mas foi apenas no fim do século 19 que o tailleur ficou popular, tendo destaque na sociedade.

Mas ele sempre terá como referência a criação de Gabrielle Chanel, que tornou o blazer feminino uma peça transformável, combinativa e versátil para todos as ocasiões.O tailleur pode ser feito de tecidos leves para primavera e verão, como algodão e linho.

Já no inverno, são utilizados o tweed e a lã para confecção da peça como roupa feminina, tanto o blazer feminino individual como com o tailleur. No século 20, essa peça, que é indispensável nos guarda-roupas de qualquer mulher, elevava os valores de sensualidade e poder.

Na década de 1930, se uma mulher fosse vista com calças, poderia ser presa por estar se passando por um travesti e, nos 50, as calças-toureiro eram justas e consideradas informais. Mas, mesmo assim, seu uso não era aceito em ocasiões formais ou no trabalho.

O uso do blazer feminino na história

As roupas femininas e masculinas expressam a forma de relação desejada por ambos os sexos. Pois, hoje em dia, é bem diferente de séculos atrás, onde os trajes eram completamente diferentes: mulheres com vestidos em saia na forma de sino e homens com sobrecasacas e calças-toureiro.

Cem anos se passaram e houve a libertação feminina em diversos níveis da sociedade. Na moda, o blazer feminino ganhou força no auge do sucesso dos famosos costureiros André Courrèges e Pierre Cardin. Eles criaram ternos para homens e mulheres.

O estilista Rud Gernreich, sempre a favor do estilo envelope, conseguiu equilibrar os estilos, adaptando os ternos masculinos para as mulheres no tailleur e blazer feminino, no fim do século 18.

A roupa feminina seguia o mesmo estilo de sempre: decorativa, embelezadora e chamativa, mas falhava em não ser prática. Nesta época, a moda ocidental ditava a moda de divisão de classes. O terninho foi visto como posição social elevada.

Uniforme de autoridade usado por doutoras. Com o tempo, ele ganhou itens, como ombreiras, na década de 80. Foi abominado, e ainda é, por muitas pessoas, mas, naquela época, tinha um motivo em especial.

As mulheres precisavam demonstrar uma silhueta masculina, pelo motivo de estarem ingressando no mercado de trabalho. Buscando passo a passo em disputa com os homens , posições de chefia.

É a velha e interminável guerra dos sexos e as ombreiras serviam como uma espécie de armadura, confiando às mulheres força e poder.

Os estilistas de todo o mundo sempre estão reinventando blazers, tailleurs e terninhos, mas a essência de uma roupa que demonstra status e poder feminino segue inalterada.

O visual do blazer e terninho feminino ganhou mais fama quando a ex-primeira dama Jacqueline Kennedy usava no dia em que seu marido, o presidente Kennedy, foi assassinado.

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Modelos de blazer feminino

 

Estruturado

Este modelo é acinturado, destacando, obviamente, a cintura. É indicado para mulheres que têm o corpo em forma de retângulo, também chamado de corpo reto.

Com ombreira

O modelo está sendo bem raro de encontrar, mas ele é ideal para pessoas que possuem os ombros caídos ou as mulheres que têm corpo em formato de triângulo. O volume das ombreiras equilibra o quadril avantajado.

Blazer curto

Este modelo pode ser usado como ‘curinga’ por mulheres com o corpo em diversos formatos, combinando com saias, vestidos e calças.

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Formas do corpo: qual é a sua?

Para você conseguir escolher qual modelo de blazer feminino fica melhor para você, é preciso saber qual é a forma do seu corpo, que deve se encaixar nos seguintes moldes:

  • Corpo ampulheta: Lembra o formato de uma ampulheta, ou o número 8, onde os ombros e quadris são proporcionais e a cintura é afinada.
  • Corpo reto: São mulheres cuja proporção de ombros e quadris são muito próximas, mas, aqui, a cintura não é bem definida. Seria interessante o uso de cintos ou roupas com marcação na cintura.
  • Corpo triângulo: É o famoso “corpo pêra”, onde os quadris são mais largos que os ombros.
  • Corpo triângulo invertido: São as mulheres que têm os ombros mais largos que o quadril.
  • Corpo oval: Este se trata de mulheres que têm os ombros caídos e a barriga mais proeminente, sem marcação da cintura.

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